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Forcepoint amplia equipe no Brasil

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sexta-feira, ago 23, 2019

O movimento começou com a entrada de Wagner Tadeu como vice-presidente para a América Latina.

A Forcepoint ampliou sua equipe no Brasil ao longo do último ano para alcançar 20 colaboradores. Desde a entrada de Wagner Tadeu como vice-presidente da Forcepoint para a América Latina, em julho do ano passado, foram adicionadas 12 posições na empresa.

“Como parte do planejamento de orçamento, também esperamos um novo aumento na equipe para o ano que vem”, detalha Tadeu.

Entre as contratações feitas no último ano estão Paulo Macedo, que assumiu o cargo de country manager no Brasil; Raphael D’Ávila, gerente comercial em Brasília e Luiz Faro, diretor de engenharia para a América Latina.

Além de novos executivos, as vagas abertas tiveram foco especialmente na ampliação da equipe comercial da empresa.

Para reforçar as vendas, a companhia também trabalha com os parceiros em novos treinamentos e no trabalho de unificação da base de canais.

A Forcepoint é resultado da compra da Websense e da Stonesoft, uma companhia da Intel, por parte da divisão de cibersegurança da gigante de defesa americana Raytheon.

No Brasil, a empresa começou o trabalho com uma base consolidada de clientes a partir das empresas atendidas pela Websense, que já tinha presença no país, e o ecossistema de canais Intel, que vendia Stonesoft no Brasil.

“Hoje, como parte do programa da Forcepoint, contamos com cerca de 15 parceiros mais estratégicos e consolidados para atender aos clientes com o portfólio da empresa”, relata o vice-presidente da companhia.

Entre as revendas da companhia estão nomes como Netconn, Teletex, Netsecurity, ISH, Brasoftware, Certsys, KSecurity, Stefanini e Tivit.

A Forcepoint ainda conta com três distribuidores: ApliDigital, Westcon e Adistec.

Com o reforço da equipe e da capacitação das revendas, a empresa espera um crescimento expressivo no mercado brasileiro. A companhia não divulga valores de faturamento no país.

“Até agora, atingimos um crescimento de mais de 100% no primeiro semestre de 2019. A tendência é seguir nesse ritmo até o final do ano”, revela Tadeu.

O portfólio da Forcepoint reúne sistemas que, além de protegerem a rede de ameaças externas, monitoram o comportamento dos funcionários para avaliar riscos de falhas (como abertura de e-mails com vírus) ou ações mal-intencionadas, como roubo de informações.

A Forcepoint oferece sistemas como DLP (Data Loss Prevention), UEBA  (User and Entity Behavior Analytics), CASB (Cloud Access Security Broker), Web/Email Security e Next-Generation Firewall (NGFW).